Participação com o vídeo “A subtração do Olhar”, no 48º Festival de Inverno da Universidade Federal de Minas Gerais, Brasil

À procura do que nos foge, ao meu olhar sobrepôs-se um vidro convexo que me fez ver uma outra realidade. Assim, é aqui proposta uma viagem ao passado, em que nós somos os protagonistas e ditamos a regras. Numa nostalgia que sabe bem e nos faz pensar que vale a pena vivermos intensamente o presente que nos cerca. Logo, esse regresso pode ser libertador e purificador, nem que seja por um instante! Porque quando subtraímos poderemos tirar algo mais do que quando acrescentamos.

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